CARIOQUICE... EU TAMBÉM SOU CARIOCA 
Porque os melhores dias de minha infância passei nas terras de Vinícius, ao lado de meus pais, meu três manos queridos e minha amiga de todas as horas, a fantástica Niete. Lá, entre as sombras frondosas da pacata General Glicério, eu e meus manos vivemos o auge das primeiras brincadeiras com os primos; descobrimos como era andar de elevador e morar em apartamento, coisa rara pra quem nascera em casa ampla de muitos quartos e pés de sirigüela, goiaba e coqueiro no quintal; e tivemos a companhia sempre agradável dos tios que nos levavam para conhecer os lugares mais bacanas da cidade de que mamãe sempre nos contava, de encantos mil, qual Pão de Açúcar, Corcovado, Quinta da Boa Vista, Vista Chinesa, sem faltar nossa ida aos antigos estúdios da Rede Tupi e TV Globo para acompanhar de perto a gravação de programas de auditório (embora a idade não me permitisse entrar em nenhum deles) e chegar mais perto dos artistas. Porque o Rio me trouxe a família, uma família onde não faltavam primos e tios de todas as idades, um Natal sempre de mesa farta e os réveillons mais charmosos dos meus olhos; Porque adoro tomar chá matte gelado, a qualquer hora do dia ou da noite, de preferência acompanhado de biscoito Globo. Porque minha graça sintoniza com a irreverência do humor inteligente de Mauro Rasi, Miguel Paiva, Tim Rescala, Pedro Cardoso e a turma dos Cassetas; e porque no Rio sempre encontro apaixonados cidadãos cariocas, como o baianísimo Jorge Salomão, o paulista Matheus Nachtergaele e a paraense Rosamaria Murtinho de todos os palcos.  Porque conhecer o Rio foi como penetrar numa canção cheia de Bossa e Nova graça, conjunção que até hoje nos enleva a alma e faz lembrar o barquinho vai, a tardinha cai; ou do carioquíssimo hino ao Tom – rua Nascimento e Silva, 107, você ensinando pra Elizeth as canções de Canção do Amor Demais... ... e porque tenho ademais a sorte e a alegria de ter amigos tão cariocas como Bernadete Duarte, Alice (Cinédia) Gonzaga, Maria Letícia, Luiz Carlos Lacerda, Denise Del Cueto, Valério Fonseca, Allan Ribeiro, Lea Garcia e Carminha Araújo ...  Porque o Rio, que não é só de janeiro mas de todos os meses onde a sintonia com a alegria seja mais mais forte, é a cidade onde me sinto mais à vontade, quase pé-no-chão no quintal de casa; cidade que me apresentou Lamartine Babo e suas deliciosas marchinhas do carnaval de todos os tempos... e os mais lindos hinos de futebol do mundo, mesmo sendo eu botafoguense - como Vinícius e João Moreira Salles -, e não Flamengo como o carioquíssimo paraibano Herbert Vianna. Porque o Rio me trouxe Vinícius de Moraes e Vininha me trouxe a Ipanema, de toda garota, e do cronista Artur da Távola, que com sua maneira sincera, inteligente e refinada de ser carioca me fez ainda mais cativa da Cidade Maravilhosa; Porque adoro ir pra praia e cair na água e quando estou no Rio me sinto personagem de um cartão postal do qual posso dispor a toda hora, em qualquer clima, com todos os matizes que a brejeirice carioca torna moda pro mundo quando assume as passarelas de nosso olhar embriagado por tanta beleza; Porque ser carioca não é questão de batistério- nome por demais formal pra rimar com quem nasce abençoado pela imagem cravada no Corcovado. Ser carioca é questão de pulsação, não exige nacionalidade, bairrismo nem formalidade. Ser carioca é caminhar como quem anda de mãos dadas com o ar e encontrar, a cada esquina ou beira-mar, mais um motivo para afirmar: "É melhor ser alegre que ser triste, a alegria é a melhor coisa que existe, é assim como a luz no coração...” Saravá, Vininha !  Sou carioca porque não me canso de olhar a Lagoa Rodrigo de Freitas nem consigo parar de me embevecer cada vez que trafego no sentido São Conrado-Flamengo, num adorável pris-du-vie pela fascinante orla carioca; 
Sou carioca porque me encanto a cada vez que olho a Ilha Fiscal ou lembro da beleza das ilhas Cagarras e não deixo de passar pela feira da Praça XV e a Feira Hippie de Ipanema, de onde é quase impensável sair sem carregar muitas sacolas. Penso, ademais que quem vai ao Rio e não fia completamente estarrecido ante tamanha disponibilidade do Criador com a criação de lugar tão belo e magiar, deve mesmo ter nascido sem samba no pé e nem bom sujeito é. 
Sou carioca porque sou Santa Tereza e seu bondinho tornando os Arcos da Lapa paisagem art-noveau; porque sou Catete, Glória, Laranjeiras, Botafogo, Flamengo e todos os bairros que me fazem a infância bater mais fundo e apressam o compasso do meu coração; 
Sou carioca porque é tão fácil embarcar na poesia encravada da Cinelândia do Odeon, do Amarelinho e do imponente Teatro Municipal e porque adoro baixar no Largo da Carioca, onde o verão do Rio é mais forte que no mar, e não saio de lá sem dar uma passada na praça Tiradentes – pra conferir o lugar onde morou a maestrina Chiquinha Gonzaga e onde estão abrigados dois teatros históricos, o Carlos Gomes e o João Caetano, defronte ao belo prédio do Real Gabinete Português de Leitura. E, claro, no entorno da Carioca, apressar o passo e dar uma passadinha no Saara pra deixar cair umas moedinhas pelo comércio popular mais serelepe do país, depois afastar o cansaço e o calor com uma passadinha no tradicional Bar Luís, onde meu pai aprendeu a sorver chopp com meu querido avô Miranda e minha frenética vó Virgínia, nosso adorados e saudosos Juju e Noquinha. 
Sou carioca porque o Rio recupera todas as minhas energias: basta olhar a marina da Glória, a Vermelha praia da Urca, ou a linda enseada de Botafogo – vontade de ficar lá pra sempre.  Sou carioca porque o Rio parece uma cidade sempre pronta a desfraldar uma festa, por qualquer motivo banal, desde que a descontração, a graça e o intuito de fazer alguém feliz esteja em evidência. 
Sou carioca sobretudo porque no Rio me sinto uma brasileira do mundo, alma cosmopolita, recheada de dons artísticos, plena de paixão e efervescente de energia pra fazer tocar e dançar todos os ritmos numa só voz, como em uníssono a saudar: Cidade Maravilhosa, cheia de encantos mil Cidade Maravilhosa, coração do meu Brasil ! Enfim, SOU CARIOCA PORQUE QUERO !
Categoria: CULTURA
Escrito por Aurora Miranda Leão às 20h53
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MEU ENCONTRO COM MALU MADER Assim como ela, eu também sou uma noveleira desde menina. Somos da mesma geração, aliás. E a paixão pelas novelas, o teatro e o cinema sempre caminharam juntas. O gosto pelas novelas foi qualificadamente reforçado através das muitas leituras das crônicas inesquecíveis de ARTUR DA TÁVOLA, nosso mais importante analista de televisão - infelizmente, em maio deste ano, faremos dois anos sem a presença física dele. Com Mestre Artur, aprendi a cultivar um olhar mais atento para o trabalho cuidadoso e bem elaborado das telenovelas, sobretudo as da Rede Globo, a emissora de padrão inigualável. Foi com o Mestre também que aprendi a procurar ver sempre O MELHOR em todas as coisas e também a admirar e ter orgulho do trabalho de nosssos técnicos e Artistas. Mestre ARTUR, com seu olhar acurado e generoso, e sua capacidade singular de ver mais e melhor, sempre viu tevê sem preconceito e ajudou a construir uma geração de grandes leitores de crônicas - onde também espalhava seu amor pelo Rio, cidade que também amo - e de pessoas que apreciam novelas e conseguem enxergar nelas uma forma de Arte tão digna quanto fazer Cinema ou Teatro.  Ao lado da saudosa DINA SFAT, Malu estréia na tevê em EU PROMETO, de Janete Clair Pois bem, o apreço por Artur da Távola é mais uma coisa que me une a MALU MADER, atriz que vi desde sua estréia na Globo, na novela EU PROMETO, que ia ao ar às 22h, a última escrita pela querida Janete Clair (que se afastou da novela por conta da doença que a consumiu, sendo então substiuída por Glória Perez).  Desde então, a beleza, doçura e talento de Malu me conquistaram. MALU era uma menina da minha geração que naquele momento tinha a chance de atuar ao lado de seus grandes ídolos, que também eram os meus. E vieram diversos outros trabalhos de Malu e eu sempre acompanhando. Certa vez, tive a chance de entrevistá-la quando veio a Fortaleza para apresentar um desfile de moda no Ideal Clube. Lembro como se fora hoje, o papo numa manhã de sábado com Malu, eu recém-saída da Faculdade... Até que chegou a vez de Anos Dourados e lá vinha MALU desfilando sua graça, charme, talento, beleza e brejeirice. MALU é um dos grandes trunfos da minissérie magistral de Gilberto Braga. E tem consciência do alcance que teve o trabalho. Até hoje, é o de que mais gosta. E minha "ídola" passou então a ser a ATRIZ PREFERIDA de Gilberto Braga, outro a quem admiro por demais e a quem tive a chance de conhecer numa agradável noite de debate cultural num restaurante da rua Real Grandeza, em Botafogo, no Rio. O encontro foi organizado pelo meu querido Artur da Távola - novamente meu amigo por perto - e ao qual fui a convite do Mestre.  MALU MADER e CLÁUDIA ABREU em ANOS REBELDES: dois grandes ícones da mesma geração, amigas e favoritas do craque da teledramaturgia, Gilberto Braga Lá tive a chance de papear com Gilberto, logo após o debate que contou com uma platéia enorme de jovens universitários. Corria o início dos anos 90... Malu não estava por lá mas por lá estávamos eu, Artur e Gilberto, seus fãs confessos. No post anterior, pinçei trechos de entrevista da atriz para o site da Globo onde podemos rever cenas antológicas - como não lembrar da adorável participação dela em Ti-Ti-Ti, novela que terá remake da Globo ainda este ano ?... mas senti falta de um trecho de Top Model, outra novela sobre os bastidores da moda onde ela igualmente acrescentou charme, vitalidade, competência. E tem ainda a Márcia de O Dono do Mundo e a Paula Lee, da minissérie Labirinto - outros dois acertos de Gilberto Braga (!). E os trabalhos no cinema, tão diversos e tão especiais: Rock Estrela; Belline e a Esfinge; Mauá, o Imperador e o Rei; O Invasor; Sexo, Amor e Traição... Em 2005, MALU precisou fazer uma operação de urgência por conta de um tumor detectado na cabeça. Fiquei apreensiva, rezei muito por ela e tinha certeza de sua recuperação. Graças a Deus, correu tudo bem. MALU, que já era a grande estrela da família, ficou ainda mais querida, da família e de todos nós, seu público fiel.  Acompanhei sempre as novelas onde Malu atuou e acompanho sempre com satisfação os trilhos de sua carreira. Há dois anos, ela estreou por trás da telona dirigindo, ao lado de Mini Kerti, o longa Contratempo (produção Video Filmes), ao qual tive o privilégio de assistir semana passada (e que me motivou comentário postado em www.auroradecinema.com.br). O filme é um documentário de hora e meia, obrigatório para cinéfilos, analistas da Sétima Arte e interessados em cinema de modo geral. Além de ser um trabalho que os admiradores tantos de MALU MADER precisam conhecer para testemunhar a extensão do talento e vocação desta vigorosa Artista de nossas telas e palcos e aquilatar, sobretudo, o enorme despojamento de Malu, seu olhar delicado e decidido, sua sensibilidade especial para as coisas que perpassam o humano, sua maneira contagiante de ser singularmente poderosa e doce em sua determinada generosidade. Vendo o quanto conseguiu Malu Mader em sua direção de estréia no cinema e o como ela conduziu o filme CONTRATEMPO, mais e mais me apercebo o quanto Malu absorveu em sua estrada artística e o quanto tem em seu cerne do mesmo impulso afetivo da sensibilidade de Artur da Távola e da competência indormida de Gilberto Braga para o debruçar-se sobre o cotidiano do Rio de Janeiro e sobre as dissonâncias tão próprias a vida das grandes cidades hoje. O que MALU MADER revela-nos, através de seu mergulho nas profundezas intrínsecas à feitura de um filme, mesmo sem ter tido isso como foco de sua atenção, é a existência de uma mulher extremamente antenada, interessada no próximo e em como contribuir para um futuro melhor que o que estamos a antever na barbábrie nossa de cada dia, e uma Artista cuja qualidade tem dimensão multifária, erigida em sólidos valores éticos, os quais nos apontam para o desenvolvimento profícuo de uma profissional que muito ainda há de nos legar em Cinema, Teatro e Televisão, vendo ademais, com inegável solidez, a breve ascensão de uma escritora/dramaturga com jeito, gesto e emoção femininos, que muito há de frutificar, enriquecendo o vasto pomar da Literatura Brasileira. VIDA LONGA PARA MALU MADER !  Com o caçula Antônio, de seu casamento com o músico Tony Belloto  Com os manos Patrícia e Luís Felipe: família unida, exemplo bom de ver 
Com a sobrinha Érika, que segue carreira inspirada pela tia querida
Categoria: OLHO NA TEVÊ
Escrito por Aurora Miranda Leão às 23h41
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A BREJEIRICE CATIVANTE de MALU MADER 
Malu em três momentos na TV: A Justiceira (1997), Mapa da Mina (1993) e Força de um Desejo (1999)Eu sempre quis muita coisa nesse nosso universo, mas é claro que o mais óbvio era falar: ‘Vai para o Tablado ser atriz’. Ninguém ia falar ‘seja diretora’ ou ‘seja roteirista’... Na escola eu já escolhia o teatro nas atividades extracurriculares. Já de cara, ainda bem, me deparei com os textos da Maria Clara Machado, que são deslumbrantes. O COMEÇO O Daniel Filho tinha ido ver a filha dele, que fazia uma peça comigo. Era uma montagem de final de ano e ainda não tinha entrado em cartaz. Levou junto o Dennis Carvalho, que estava escalando o elenco da novela Eu Prometo, que era a última novela da Janete Clair. Eu sabia, apesar de ser muito jovem, da importância daquela mulher. O Dennis me chamou ele falou: ‘Você vai ser irmã da Fernanda Torres, da Júlia Lemmertz e filha do Francisco Cuoco e da Dina Sfat’. Para mim aquilo foi um negócio! Fiquei apatetada [risos]. Mas, engraçado, não foi uma experiência feliz. 
Malu Mader em Ti -ti -ti (1985) e em Eterna Magia (2007), a sua novela mais recenteANOS DOURADOS - Eu estava mais velha, experiente, me identifiquei muito com o texto do Gilberto. Parecia que a gente se conhecia – e não nos conhecíamos. Também tive uma certa dificuldade no começo com o volume de texto, o Gilberto é um cara que escreve muito, tem cenas longas, mas é um estilo que eu gosto muito. Eu gosto de texto, não gosto muito de paisagem ou de ação, eu gosto de conversa, quando os atores dialogam, apesar de isso dar mais trabalho para o ator [risos]. TRABALHO NA TEVÊ Eu fui uma espectadora de novelas muito assídua. Era noveleira típica, sabia tudo de todas, eu não fazia distinção de horário, mas gostava muito de novelas das seis. Minha heroína de horário era a Glória Pires. Então, quando comecei a fazer novelas, comecei com muita paixão. Eu tive a sorte de trabalhar com autores que eu amava: Gilberto, Janete, Gloria, o Cassiano... Eu assistia à dobradinha Cassiano e Luiz Gustavo... ...e tive a sorte de trabalhar com Luiz Gustavo em novelas do Cassiano, como Ti-ti-ti e no Mapa da Mina. Eu fiz televisão como quem faz teatro ou cinema. As pessoas falam de televisão como se fosse algo menor, mas, durante o tempo em que eu fiz, foi com a entrega de quem faz uma grande arte. Talvez por essa vontade de querer dirigir ou escrever eu estava olhando até as vírgulas do texto, ligando para os autores perguntando se podia mudar [risos]. A CENA MARCANTE DE CELEBRIDADE As pessoas me param até hoje para falar daquela briga, é impressionante [reveja a cena da briga com Cláudia Abreu no vídeo ao lado]. Essa coisa da novela no Brasil é incrível. Não dá para menosprezar, essa cultura é uma riqueza que nós temos, algo que fazemos bem e nos projeta internacionalmente.
Categoria: OLHO NA TEVÊ
Escrito por Aurora Miranda Leão às 23h03
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A VOZ DO AVIÃO VERMELHO... Personagem da animação As Aventuras do Avião Vermelho ganha voz Pedro Yan grava voz de Fernandinho_crédito Ana Pan O porto-alegrense Pedro Yan, de oito anos, foi o escolhido para dar voz ao personagem principal do filme, Fernandinho O elenco do longa de animação gaúcho As Aventuras do Avião Vermelho, dos diretores Frederico Pinto e José Maia ganhou um importante integrante. O porto-alegrense Pedro Yan, de oito anos, foi o escolhido para dar voz ao personagem principal do filme, o Fernandinho - um menino travesso e solitário.
“Pedro era a criança que tinha menos experiência como ator. Respirava na hora errada, não impostava a voz, alternava o ritmo no meio da frase. Ou seja, era uma criança de verdade. Foi por isso que o escolhemos”, conta o diretor Frederico Pinto. Ao longo do processo, a equipe do filme procurou corrigir tecnicamente o mínimo possível, pois as orientações de direção buscam estimular a imaginação do Pedro em cada situação. Assim como Pedro, Fernandinho tem oito anos. No filme, o personagem perdeu a mãe há pouco tempo, tornando-se um garoto solitário, sem amigos e com problemas de relacionamento com o Pai e na escola. Sem saber como lidar com a situação, o Pai tenta conquistá-lo com presentes. Nada funciona até que ele dá para o filho um livro de sua infância. Encantado com a história, Fernandinho decide que precisa de um avião para salvar o Capitão Tormenta – aviador personagem do livro, que está preso no Kamchatka. A bordo do Avião Vermelho e junto com seus brinquedos favoritos, Ursinho e Chocolate, que ganham a vida com sua imaginação, Fernandinho visita lugares inusitados, como a Lua e o fundo do mar, e percorre diferentes territórios – África, China, Índia, Rússia. Ao longo dessa jornada, ele descobre o prazer da leitura, a importância de ter amigos e o amor do pai. Também integram o elenco Lázaro Ramos, Fernando Alves Pinto, Wandi Doratiotto, Zezeh Barbosa e Sérgio Lulkin, que gravaram as vozes dos personagens Chocolate, Lunar, Ursinho, Josefina e Pai, respectivamente. As cenas de Fernandinho com o Pai foram realizadas com a presença de Sérgio Lulkin, que muitas vezes o estimulava a ter diferentes reações, chegando a fazer brincadeiras de mudança de tom para o menino achar o tom certo. “As cenas preferidas do Pedro são as cenas nas quais o Fernandinho está comendo bolacha e falando ao mesmo tempo. Uma dessas cenas foi feita com pão ao invés de bolacha e o Pedro não achou tão divertido assim”, relata o diretor. As Aventuras do Avião Vermelho é um filme para o público infantil, baseado em livro de Érico Verissimo, escrito em 1936. O longa é uma produção da Armazém de Imagens e Okna Produções e tem previsão de lançamento para 2011. Para isso, uma equipe técnica trabalha num estúdio de animação montado no bairro Bom Fim, em Porto Alegre.
Segundo os diretores, o processo de animação utilizado combina a fluidez e a organicidade dos movimentos da tradicional técnica do desenho animado 2D, produzido em papel, com as possibilidades de movimentação espacial da animação digital 3D. Os cenários e o planejamento dos movimentos de câmera são produzidos digitalmente em 3D, mesma técnica em que o Avião e todas as máquinas do filme serão modeladas e animadas. Para cada plano é produzido uma série de movimentos e imagens, que servem como base para os desenhos produzidos no papel. Posteriormente eles são digitalizados e coloridos em um processo de pintura digital. O 3D é utilizado como uma ferramenta para aperfeiçoar e facilitar o processo de trabalho, mas a aparência final é a do desenho animado 2D. A largada para este projeto foi dada em 2003, quando foi premiado no Edital do 2º Prêmio Santander Cultural/ Prefeitura de Porto Alegre para Desenvolvimento de Projetos de Longa-Metragem. Orçado em 3 milhões de reais, o filme pretende completar seu orçamento financeiro com novas captações de recursos, que devem acontecer este ano. Vale destacar ainda que importantes empresas gaúchas já aderiram ao projeto como patrocinadores: Banrisul Consórcios, Banrisul Corretora, BRDE, Corsan, Eny Calçados, Metasa, Randon, Sulgás e Unifértil. FICHA TÉCNICA: Duração: 90 minutos Direção: Frederico Pinto e José Maia Roteiro: Camila Gonzatto, Emiliano Urbim e Frederico Pinto Produção Executiva: Aletéia Selonk e Lisiane Cohen 1º Ass. de Direção: Felipe Antoniolli Direção de Produção: Paula Gastaud Assistente de Produção: Daniela Mazzilli Modelador 3D: Luis Monty Pellizzari e Cristiano Lopes Edição: Giancarlo Zardo Assistente de Edição: Azeitona Animatic: Alexandre Linck Animação: Bruno Fantinelli Seelig, Carlos Mateus, Charles Lima, Diego Amorim, Fabio Vianna, Felibe Grosso, Felippe Steffens, MauMau, Odirlei Seixas, Ruben Castillo, Thiago Ribeiro Sombra: Marcelo Souza Calque: Guilherme Green Pintura: Giovana Maia e Geórgia Reck Direção de Arte: Moa Cenário e Co-Diretor de Arte: Marco Antonio Lesina Pilar e Jack Kaminski (Jack) Assistente de Arte: Pedro Fanti Música: Nico Nicolaiewsky Montagem: Kiko Ferraz Projeto Educativo: Monica Hoff
Categoria: CINEMA BRASIL
Escrito por Aurora Miranda Leão às 02h01
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Categoria: CINEMA BRASIL
Escrito por Aurora Miranda Leão às 03h23
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CINE FAVELA RECEBENDO INSCRIÇÕES
V Festival Cine Favela de Curta-Metragem recebe inscrições até 20 de fevereiro Em sua 5ª edição, Festival da comunidade de Heliópolis exibirá mais de 35 títulos de filmes realizados por ONGs, Associações, Coletivos e Periferias. Em seu quinto ano ininterrupto, o 5º Festival Cine Favela de Curta-metragem já atraiu mais de 8.500 espectadores, exibiu mais de 95 títulos de filmes periféricos, beneficiou mais de 160 jovens em oficinas de cinema e distribuiu mais de R$ 16.000,00 em prêmios. Em 2010, com patrocínio Petrobras e co-realização do SESC SP, o Festival acontecerá no período de 2 de abril a 8 de maio. Além da Mostra Competitiva, haverá Mostra Itinerante (exibição ao ar livre em três pontos da Comunidade), Cine Recreio (exibição de uma grade infantil em 12 escolas públicas), debates e Oficina de Cinema para 30 jovens. Todas as atividades serão gratuitas. Outra novidade é uma Mostra de Filmes Periféricos, que percorrerá 30 unidades do SESC SP, permitindo que o Festival rompa as fronteiras das Comunidades carentes. Com mais de 130 mil habitantes distribuídos em mais de 1.000.000 m2, na sua maioria composta por jovens, Heliópolis é uma das maiores Comunidades carentes do mundo. As Associações e ONGs nacionais e internacionais, junto com a iniciativa pública e privada, vêm realizando ao longo de anos parcerias bem sucedidas em projetos ligados à inclusão social. É este também o intuito do Cine Favela, projeto que, desde 2004, insere o jovem social e culturalmente por meio do cinema. Desde 2009, o projeto tem à frente o produtor cultural Daniel Gaggini, responsável pela reestruturação do Cine, que, a partir deste ano, se transforma em Ponto de Cultura do Governo do Estado de São Paulo e tem orçamento garantido até 2012 para desenvolver atividades ligadas à Sétima Arte. Interessados devem enviar cópia de seus filmes em DVD (captados em qualquer formato) até dia 20 ao endereço: Rua da Alegria Popular, nº 34 A, São Paulo/SP, CEP: 04235-020. Só serão aceitos filmes com duração de, no máximo, 17 minutos e realizados por ONGs, Associações, Coletivos e Periferias. Premiação: O melhor filme, a ser escolhido pelo público, receberá prêmio em dinheiro, cujo valor será divulgado oportunamente. Mais informações: www.cinefavela.org.br/festival
Categoria: CINEMA BRASIL
Escrito por Aurora Miranda Leão às 01h54
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MOSTRA INTERNACIONAL no CCBB RIO ZONA LIVRE MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA CCBB do Rio apresenta versão ampliada da programação-destaque da versão 2009 do CineEsquemaNovo – Festival de Cinema de Porto Alegre No contra-fluxo do ritmo de Carnaval que se instaura na cidade, o Rio receberá em fevereiro uma mostra de cinema inédita, composta por um panorama de longas-metragens estrangeiros independentes com pouca entrada no Brasil, mas que por outro lado possuem intensa circulação na web. Essa é uma das sugestões para o circuito off samba deste verão: a Zona Livre - Mostra Internacional de Cinema, que acontece de nove a 28 de fevereiro, no CCBB Rio. A programação conta com diversos filmes inéditos no Brasil. Ao todo, a mostra traz para o Rio 20 títulos que circularam em festivais mundo afora, mas que terminaram por criar sua reputação e ganhar destaque num circuito paralelo: o da Internet, em fóruns e comunidades de cinema. À relevância de algumas obras, soma-se a saudável transposição desses ‘arquivos’, vindos das redes de cinéfilos na Internet, em ‘filmes’ exibidos em 35mm e DVD, autorizados por seus diretores, na consagrada experiência coletiva da sala de cinema. Intenso fluxo de informações, downloads, copyrights, copylefts e quebras de códigos de zonas de exibição habitam o emaranhado conceitual desta mostra, cujo objetivo é propor uma reflexão sobre a democratização e as vias paralelas da informação. Ao mesmo tempo, a Zona Livre também aborda o inevitável e permanente processo de troca de telas a que a imagem é submetida hoje em dia, neste caso do computador para a sala de cinema do CCBB-RJ. Dentro desta idéia, alguns diretores com filmes presentes na Zona Livre participarão de debates online com o público do CCBB, via Skype: de diferentes partes do mundo, eles estarão em tempo real na sala de cinema conversando com os espectadores sobre suas obras. Por outro lado, o diretor norte-americano Cory McAbee estará no Rio de Janeiro pessoalmente, “offline”, para um debate com público na semana final da mostra. A mostra Zona Livre surgiu em Porto Alegre, em outubro passado, dentro da programação internacional da edição 2009 do CineEsquemaNovo – Festival de Cinema de Porto Alegre. Na curadoria convidada pelos organizadores do festival para o projeto, dois jovens que representam a novíssima geração de produtores gaúchos plugados aos novos meios: Davi Pretto e Bruno Carboni, da Tokyo Filmes. A experiência bem-sucedida no sul, durante a sexta edição do CineEsquemaNovo, chega agora a outros centros com uma programação consistente para os cinéfilos de plantão em pleno fevereiro.
Categoria: CINEMA BRASIL
Escrito por Aurora Miranda Leão às 01h12
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DE OLHO NO CURTA SANTOS
TONINHO DANTAS e JUNINHO BRASSALOTTI INFORMAM: inscrições à oitava edição do CURTA SANTOS, um dos mais concorridos festivais de curta-metragem do país, serão abertas em março.
Categoria: CINEMA BRASIL
Escrito por Aurora Miranda Leão às 01h03
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ZÉ GERALDO ESTRÉIA BLOG DE CINEMA Crítico de cinema, tradutor e colunista da Folha, José Geraldo Couto, estreando novo blog sobre cinema. Segundo ele, a intenção é abordar o cinema da forma mais ampla e multidisciplinar possível: "O cinema dialoga com a história, com a política, a antropologia, o comportamento, as mentalidades, o esporte, a moda. Cada filme suscita um sem número de relações com esses outros terrenos. A idéia é estar aberto a elas", diz. 
Zé Geraldo vai escrever sobre os filmes em cartaz e sobre tudo o que for relacionado ao mundo da sétima arte, como lançamentos em DVD, livros, perfis de personalidades, análise da obra de cineastas e até programas de TV. Nosso confrade diz: "o novo espaço permite uma forma mais descontraída de tratamento dos filmes e dos assuntos relacionados ao cinema, uma liberdade maior em termos de espaço, de abordagem e de linguagem. É um veículo mais pessoal". Segundo Zé Geraldo, outras vantagens do meio digital são a participação ativa dos leitores e a possibilidade de postar trechos de filmes, fotos e links para outras publicações. O crítico começou a se relacionar com o cinema de uma forma mais próxima nos tempos de faculdade e escreve sobre o assunto há mais de 20 anos. Chega a assistir em média entre 100 e 150 filmes por ano, sem contar os que vê em DVD, na televisão e no computador. Atualmente morando em Florianópolis, ele diz "se abastecer" de novos filmes em mostras e festivais de cinema. Confira o Blog do Zé Geraldo - http://blogdozegeraldocouto.folha.blog.uol.com.br/
Categoria: CINEMA BRASIL
Escrito por Aurora Miranda Leão às 00h12
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WAGNER MOURA VALENDO POR CINCO Ator está em produção de FERNANDO MEIRELLES Wagner Moura encara mais um desafio: interpretar um farsante que se desdobra em cinco personagens no filme VIPs. Com estréia prevista para 30 de julho, o longa tem direção de Toniko Melo e é produzido pela O2 Filmes, produtora de Fernando Meirelles.  Escrito pelo roteirista de Cidade de Deus, Bráulio Mantovani e Thiago Dottori, VIPs é uma história de ficção inspirada no livro de Mariana Caltabiano VIPs – Histórias Reais de Um Mentiroso, sobre a vida de Marcelo da Rocha, que ficou conhecido por aplicar inúmeros golpes, como, passar-se por Henrique Constantino, filho do dono da companhia aérea Gol, durante o carnaval do Recife.
“VIPs é um filme fascinante que mostra muito mais do que a vida de um golpista", diz Fernando Meirelles. "Esta é a história de alguém tentando descobrir quem é. Há um pouco de Marcelo em todos nós, já que sempre agimos de forma diferente dependendo da situação em que nos encontramos". O elenco se completa com Gisele Fróes (Silvia), Norival Rizzo, Roger Golbeth, Arieta Corrêa, Juliano Cazarré (Banã), e o ator argentino Jorge D’Elia (Patrão). FICHA TÉCNICA: Produção: O2 Filmes Co-produção: Focus International Ano de produção: 2009 Direção: Toniko Melo Produção: Fernando Meirelles, Paulo Morelli e Bel Berlinck Roteiro: Bráulio Mantovani & Thiago Dottori Direção de Fotografia: Mauro Pinheiro Jr. Direção de Arte: Fred Pinto Figurino: Verônica Julian Produção de Elenco: Cecília Homem de Mello
Categoria: CINEMA BRASIL
Escrito por Aurora Miranda Leão às 02h48
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BONEQUINHA DA CINÉDIA ENTRE OS CLÁSSICOS RECUPERADOS A CINÉDIA, empresa de cinema do grande pioneiro ADHEMAR GONZAGA - única fundada nos áureos tempos de 1930 e 1940 que continua em atividade até hoje -, chega aos 80 (bem vividos) em março.  Pioneiro Adhemar Gonzaga: memória preservada graças à dedicada atuação da filha ALICEE nós, há muito falando e brindando este aniversário aqui, vamos começar a divulgar periodicamente o que a Primeira Dama Alice Gonzaga - para quem vão os APLAUSOS pela sua dedicação incansável à história e preservação de nossa memória audiovisual - e sua equipe preparam para marcar data tão relevante para a cultura nacional. Aliás, semana retrasada, a Cinédia foi tema de interessante matéria no Jornal das Dez da GloboNews e sabemos também que vem por aí um ARQUIVO N com o devido reconhecimento e homenagem à aguerrida Alice e a "nossa" CINÉDIA. Afinal, a CINÉDIA faz parte de nosso Patrimônio Material, Imaterial e Afetivo há décadas... SARAVÁ !!! Para conferir a matéria da Globo News sobre o riquíssimo acervo da Cinédia, acesse: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1197623-7823-CINEDIA+RESTAURA+FILMES+CLASSICOS+E+RECUPERA+A+HISTORIA+DO+CINEMA,00.html E por falar nos filmes que vem sendo restaurados pela empresa, hoje abrigada numa bucólica casa no início de Santa Tereza, vamos relembrar o clássico BONEQUINHA DE SEDA : Bonequinha de Seda, de 1936, produzido pela Cinédia e estrelado por Gilda de Abreu, incorporou o mundo da moda como parte da trama. A protagonista Marilda passa por uma pequena francesa educada em Paris e chegada recentemente da Europa. Com seu sotaque e belos vestidos, a moça encanta a sociedade carioca, mas afinal a jovem era mesmo brasileira e seu figurino criado aqui. Todas as cenas mostram o fino espírito de crítica do filme. Há uma seqüência antológica em que a protagonista faz um banho de loja, evocando o famoso aquário espelhado em que Adrian Adolph Greenberg convencia as deusas de Hollywood a vestir seus costumes. O filme foi pioneiro em aspectos técnicos, cenográficos e até mesmo em apresentar um guarda-roupa especialmente criado para ele. Os criadores dos figurinos foram Alcebíades Monteiro Filho e Armando Pontes. O filme está sendo restaurado pela Cinédia com patrocínio da Petrobras e em breve será exibido ao público.  BONEQUINHA DE SEDA com GILDA DE ABREU: um dos grandes sucessos da CINÉDIA
Categoria: CINEMA BRASIL
Escrito por Aurora Miranda Leão às 02h21
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CEARENSES GANHAM MOSTRA TIRADENTES
ESTRADA PARA YTHACA VENCE 13ª MOSTRA TIRADENTES
A MOSTRA AURORA, dedicada a diretores em início de filmografia e que este ano apresentou sete longas-metragens inéditos de diretores do Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, teve como Melhor Filme, eleito pelos cinco membros do Júri da Crítica, o longa cearense Estrada para Ythaca, de Guto Parente, Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti. “Tivemos um conjunto heterogêneo de propostas na Mostra Aurora, todos com um intenso desejo de busca e conectados às propostas do cinema contemporâneo. Elegemos Estrada para Ythaca como uma aposta em um cinema ousado e vigoroso, realizado coletivamente e que aponta para formas mais cooperativas de se produzir”, explicou Luiz Carlos Merten, que subiu ao palco representando o Júri da Crítica. Estrada para Ythaca também foi eleito pelo Júri Jovem como Melhor Filme da Mostra Aurora, “por se lançar a um projeto arriscado de cinema, que contempla tradição e modernidade, percurso e chegada, desagregação e amizade; por fazer da falta aquilo que move os impasses e impulsos de uma geração; por transformar a precariedade em recurso expressivo e a impossibilidade em potência; e para que o caminho percorrido possa se desdobrar em outros, vividos e imaginados, perigosos e desconhecidos, aventureiros e maravilhosos”. “Ficamos muito estimulados em receber esse prêmio. Essa vontade de cinema é o que nos move e é importante que isso esteja sendo reconhecido. Quero propor um brinde à resistência e à amizade”, comemorou Guto Parente, sob aplausos entusiasmados da plateia. O Júri Jovem também optou por atribuir uma Menção Honrosa, desta vez ao filme Mulher à Tarde, de Affonso Uchoa, “por sua valorização do potencial poético e estético do cinema, compondo planos de maneira acurada e respeitando o tempo requerido por cada um deles, por sua resistência à aceleração do fluxo de imagens no cenário contemporâneo e por seu potente diálogo com a pintura”. Os prêmios de ambos os júris acabaram por destacar um longa que foi finalizado especificamente para a Mostra de Tiradentes e que teve sua primeira exibição pública no evento mineiro, consolidando a Mostra como uma das principais plataformas de lançamento de jovens realizadores com um perfil de linguagem mais ousado e inovador. Os contemplados como Melhor Filme da Mostra Aurora receberão serviços de finalização da Teleimage e do grupo Cinema / Labocine, além de 6 latas de negativo da Kodak e R$ 6 mil em serviços de iluminação, acessórios e maquinários da Quanta para sua próxima produção. Concorriam ao Prêmio Aurora os filmes A Falta Que Nos Move, de Christiane Jatahy (RJ); Esperando Telê, de Rubens Rewald e Tales Ab’Saber (SP); Mulher à Tarde, de Affonso Uchoa (MG); Pacific, de Marcelo Pedroso (PE); Terras, de Maya Da-Rin (RJ); Um Lugar ao Sol, de Gabriel Mascaro (PE); e Estrada Para Ythaca, de Guto Parente, Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti (CE).
Críticos e pesquisadores formaram o Júri da Crítica: Luiz Carlos Merten, José Geraldo Couto, Luciana Araújo, André Brasil e Denílson Lopes. Já o Júri Jovem foi composto a partir de um workshop de análise de linguagem realizado na última Mostra CineBH. Já os vencedores do Júri Popular foram escolhidos a partir da votação do público após as sessões da Mostra. Na Mostra Foco de curta-metragem, 34 trabalhos de oito estados diferentes concorriam ao Troféu Barroco do Júri Popular, e o escolhido como Melhor Curta foi Recife Frio, de Kleber Mendonça Filho, que receberá material e serviços da CTAv, Teleimage, Kodak, Quanta e do Grupo Cinema/Labocine.
Já o prêmio de Melhor Curta da Mostra Panorama, onde concorriam 43 curtas de 12 estados do país, foi para Obra-Prima, de Andréa Midori Simão e Thiago Faelli. O filme receberá serviços da Quanta, Estúdios Mega e Megacolor. Ainda entre os curtas-metragens, O Filme Mais Violento do Mundo, de Gilberto Scarpa, foi o vencedor do prêmio Aquisição Canal Brasil, que contempla o valor de R$ 15 mil e a exibição do filme na grade de programação. Entre os longas, foi escolhido pelo público da Mostra de Tiradentes como Melhor Longa o documentário Herbert de Perto, de Roberto Berliner e Pedro Bronz. Saiba mais: www.mostratiradentes.com.br
Categoria: CINEMA BRASIL
Escrito por Aurora Miranda Leão às 17h40
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CONVERSA AUDIOVISUAL NA SEXTA
A Vila das Artes, equipamento da Prefeitura de Fortaleza, através de sua Escola Pública de Audiovisual, Instituto de Cultura e Arte-ICA, através dos cursos de graduação em Cinema e Audiovisual e o Leea-Laboratório de Estudos e Experimentações em Audiovisual e Especialização em Audioviual em Meios Eletrônicos (UFC), convidam para uma conversa sobre produção audiovisual com os pesquisadores André Brasil – Universidade Federal de Minas Gerais e Amaranta Cezar – Universidade Federal da Bahia. Dia 5, sexta, 19h. Vila das Artes Rua 24 de maio, 1221, Centro. Informações: (85) 3252-1444. André Brasil - Atua na área de novas mídias e imagem eletrônica. È Graduado em Jornalismo e mestre em Comunicação pela Pontífica Universidade Católica de Minas Gerais(PUC/MG); é Doutor pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) onde pesquisou estéticas da biopolítica no audiovisual e em novas mídias. Como pesquisador da PUC/MG coordenou o Centro de Experimentação em Imagem e Som (Ceis) e trabalhou questões éticas e políticas da imagem contemporânea. Participou de diversos eventos como curador, jurado, crítico e ensaísta, além de atuar como colaborador da revista Cinética. Amaranta Cesar - Graduada em Comunicação Social - Jornalismo – tem mestrado em Comunicação e Culturas Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e doutorado em Cinema e Audiovisual pela Universidade de Paris III - Sorbonne-Nouvelle, na França. Com experiência na área de Comunicação e Cinema, Amaranta atua principalmente na análise fílmica, cinema brasileiro, cinema e identidade cultural, narrativas audiovisuais, adaptação cinematográfica, crítica e recepção cinematográficas e documentários.
Categoria: CINEMA BRASIL
Escrito por Aurora Miranda Leão às 17h34
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SOPROS DE DUAS GRANDES ATRIZES  NATHÁLIA THIMBERG e ROSAMARIA MURTINHO: ATRIZES têm desempenho marcante e recebem aplausos calorosos Em cartaz desde o dia 13 no teatro 1 do CCBB carioca, a peça Sopros de Vida, do dramaturgo inglês David Here, estreou com casa lotada, muitos aplausos e flores para as atrizes, e um coquetel supimpa na cobertura do histórico prédio do centro do Rio. Na platéia de SOPROS DE VIDA, já estiveram, entre tantos outros, MAURO MENDONÇA, Aracy Cardoso, Maria Pompeu, Sônia Regina, Lea Garcia, Alice Gonzaga, Marieta Severo, Analu Prestes, Sérgio Britto, Sílvio Coutinho, Maria Letícia, Emiliano Queiroz, Carminha Araújo, Tereza Mascarenhas, Maria Beltrão (a moça do Estúdio I), Aldomar Conrado, Christiane Jatahy, Jeffersson Lessa, Tânia Brandão, Bárbara Heliodora, Jorge Salomão.. Produção bem cuidada, assinada por Hermes Frederico e Humberto Braga, a direção segura e competente de Naum Alves de Souza, cenários, trilha e figurinos elogiados por 4 críticos em matéria de página inteira no Segundo Caderno mais lido do país (jornal O Globo), SOPROS DE VIDA vem tendo casa lotada todas as noites e mostra o vigor destas duas grandes damas do Teatro Brasileiro, Nathália Thimberg e Rosamaria Murtinho em momento exponencial em suas carreiras. Se você é do Rio, está no Rio ou vai passar por lá até fins de março, não marque touca: inclua uma ida ao CCBB para conferir Sopros de Vida. Você também vai ficar impressionado com este momento singular de nosso TEATRO onde tudo comunga para o bem do Espetáculo e nada está fora do lugar.  NATHÁLIA e ROSAMARIA: Divas de nossa Dramaturgia vivem papéis difíceis e crítica abona desempenho memorável. VIVA ROSINHA !!! 
TEXTO DE DAVID HERE em primeira encenação no Brasil vem ganhando merecidos elogios da crítica e público corresponde lotando teatro. SARAVÁ !!!
Categoria: TEATRO
Escrito por Aurora Miranda Leão às 00h47
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MUSICAIS GANHAM APLAUSO OS REIS DOS MUSICAIS, LANÇAMENTO COLEÇÃO APLAUSO, CONTA TRAJETÓRIA DE CHARLES MÖELLER e CLAUDIO BOTELHO Os Reis dos Musicais – Charles Möeller e Claudio Botelho Por Tânia Carvalho, lançamento Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Até meados da década de 90, o gênero musical era praticamente um ilustre desconhecido na produção teatral do País. Felizmente, esta tendência começou a ser deixada de lado quando os produtores Charles Möeller e Claudio Botelho se uniram e passaram a investir em espetáculos como Cole Porter – Ele Nunca Disse que me Amava e Ópera do Malandro. Em homenagem ao trabalho realizado pelos dois ao longo dos últimos 20 anos e de sua importância para a história do teatro, a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo decidiu publicar o livro Os Reis dos Musicais – Charles Möeller e Claudio Botelho, escrito por Tania Carvalho a partir do depoimento deles. A obra faz parte da Coleção Aplauso – Série Especial e o lançamento será na próxima terça, 12, às 21h30, no Espaço Sesc-RJ (Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana), depois da estréia do novo espetáculo Versão Brasileira, em cartaz no Rio até 7 de fevereiro.
Categoria: CULTURA
Escrito por Aurora Miranda Leão às 03h19
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